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Sífilis: sintomas, tratamentos e causas

Visão Geral

O que é Sífilis?

Sífilis é uma doença sexualmente transmissível (DST) causada pela bactéria Treponema pallidum.

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Normalmente ela apresenta fases distintas com sintomas específicos (sífilis primária, secundária e terciária) que é intercalada por períodos latentes. Por isso, ela é conhecida por ser um mal silencioso e requer cuidados.

Neste conteúdo vamos explicar os tipos e estágios da sífilis, como ela se manifesta, se o quadro tem cura e como preveni-la.

Aumento de casos de sífilis no Brasil

Em 2017 foi percebido um aumento dos casos relacionados à sífilis no Brasil. Entre 2015 e 2016, a sífilis adquirida teve um aumento de 27,9%; a sífilis em gestantes, de 14,7%; e a congênita (transmitida da mãe para o bebê pela placenta ou no momento do parto) de 4,7%. (3)

Se olharmos esses dados desde 2010, o crescimento é ainda mais expressivo: no ano de 2010 haviam sido registrados 1249 casos de Sífilis. Em 2015, esse número saltou para 65.878, um aumento de mais de 5.000%, e chegou em 87.593 casos em 2016 .

De acordo com o Ministério da Saúde, um dos motivos para o aumento dos casos de sífilis é a escassez de penincilina (medicamento utilizado para tratar a doença) em âmbito global. Esse cenário existe desde 2014 e acarretou uma epidemia da doença no Brasil em 2016. Além disso, houve um aumento na quantidade de testes realizados, o que possibilitou, também, elevar a quantidade de diagnósticos realizados. O Ministério da Saúde reforça que o aumento não necessariamente está relacionado a um aumento de contaminação. (2, 3)

Tipos

A sífilis é classificada de acordo com o seu estágio de infecção. Entenda melhor a seguir:

Sífilis primária

A sífilis primária é a que ocorre assim que há a infecção pela bactéria Treponema pallidum. Cerca de três a quatro dias após o contágio, formam-se feridas indolores (cancros) no local da infecção, normalmente na região genital. Não é possível observar mais sintomas e ela pode passar despercebida, principalmente se as feridas estiverem situadas no reto ou no colo do útero. As feridas desaparecem em cerca de até 10 dias, mesmo sem tratamento. A bactéria torna-se dormente (inativa) no organismo nesse estágio.

Sífilis secundária

A sífilis secundária acontece cerca de duas a oito semanas após as primeiras feridas se formarem. Aproximadamente 33% daqueles que não trataram a sífilis primária desenvolvem o segundo estágio. Aqui, o paciente pode apresentar vermelhidão pelo corpo (exantema), coceira, aparecimento de íngua (gânglios inchados) nas axilas e pescoço.

Parecem também sintomas como dores musculares, febre, dor de garganta e dificuldade para deglutir. Esses sintomas geralmente somem sem tratamento após umas duas semanas e, mais uma vez, a bactéria fica inativa no organismo. Nesta fase o vírus ainda é transmissível ao se ter contato com a região da infecção.

Sífilis terciária

Esta é a sífilis mais difícil de ser detectada, pois têm sintomas em grandes vasos (como a aorta), cérebro, olhos, coração, juntas e até mesmo dentro do sistema nervoso. Ai ela pode causar dor de cabeça, epilepsia, e é um diagnóstico um pouco mais complicado

Sífilis latente

Esse é o período correspondente ao estágio inativo da sífilis, em que não há sintomas. Esse estágio pode perdurar por muito tempo sem que a pessoa sinta nada. A doença pode nunca mais se manifestar no organismo, mas pode ser que ela se desenvolva para o próximo estágio, o terciário – e mais grave de todos.

Sífilis congênita

A sífilis pode, ainda, ser congênita. Nela, a mãe infectada transmite a doença para o bebê, seja durante a gravidez, por meio da placenta, seja na hora do parto. A maioria dos bebês que nasce infectado não apresenta nenhum sintoma da doença. No entanto, alguns podem apresentar rachaduras nas palmas das mãos e nas solas dos pés. Mais tarde, a criança pode desenvolver sintomas mais graves, como surdez e deformidades nos dentes. (1)

Causas

A sífilis é causada por uma bactéria chamada Treponema pallidum, que é geralmente transmitida via contato sexual e que entra no corpo por meio de pequenos cortes presentes na pele ou por membranas mucosas.

Sífilis: saiba como acontece a doença sexualmente transmissível

Só é contagiosa nos estágios primário e secundário e, às vezes, durante o início do período latente. Raramente, a doença pode ser transmitida pelo beijo.

Mas também pode ser congênita, sendo passada de mãe para filho durante a gravidez ou parto.

Uma vez curada, a sífilis não pode reaparecer – a não ser que a pessoa seja reinfectada por alguém que esteja contaminado. (2, 3)

Fatores de risco

Alguns fatores são considerados de risco para contrair sífilis. Confira:

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Últimas perguntas sobre Sífilis

Sintomas

Sintomas de Sífilis

A sífilis desenvolve-se em diferentes estágios, e os sintomas variam conforme a doença evolui. No entanto, as fases podem se sobrepor umas às outras. Os sintomas da sífilis, portanto, podem seguir ou não uma ordem determinada. Veja os sintomas de cada estágio:

Vspy.info
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Sintomas da sífilis primária

O principal sintoma da sífilis primária é a formação de feridas indolores (cancros) no local da infecção. Nem sempre é possível observar as feridas ou qualquer sintoma, principalmente se as feridas estiverem situadas no reto ou no colo do útero. As feridas desaparecem em cerca de quatro a seis semanas depois, mesmo sem tratamento.

Sintomas da sífilis secundária

Os principais sintomas da sífilis secundária são:

Sintomas da sífilis terciária

Esse estágio da sífilis aparece quando a doença não foi tratada antes e ataca outras regiões do corpo como grandes vasos (como a aorta), cérebro, olhos, coração, juntas e até mesmo dentro do sistema nervoso. Os sintomas da sífilis terciária variam muito, mas podem incluir:

Sintomas da sífilis latente

Esse é o período correspondente ao estágio inativo da sífilis, em que não há sintomas.

Sintomas da sífilis congênita

A maioria dos bebês que nasce infectado pela sífilis não apresenta nenhum sintoma da doença. No entanto, alguns podem apresentar erupções na pele nas palmas das mãos e nas solas dos pés. Mais tarde, a criança pode desenvolver sintomas mais graves, como surdez e deformidades nos dentes. (1, 2, 3)

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Diagnóstico e Exames

Buscando ajuda médica

Procure um especialista se tiver mantido relações sexuais com algum portador de sífilis. Atenção também para os sintomas: alguns são idênticos ou muito similares aos sintomas de outras doenças. Consulte um médico para que ele possa fazer os exames necessários e acertar no diagnóstico.

Anote todas as suas dúvidas e leve-as ao especialista. Descreva todos os seus sintomas e procure ser o mais claro possível. Isso vai ajudá-lo a realizar o diagnóstico da sífilis. Você pode fazer alguns questionamentos ao médico, como:

Na consulta médica

Especialistas que podem diagnosticar um caso de sífilis são:

Estar preparado para a consulta pode facilitar o diagnóstico e otimizar o tempo. Dessa forma, você já pode chegar à consulta com algumas informações:

O médico provavelmente fará uma série de perguntas, tais como:

Também é importante levar suas dúvidas para a consulta por escrito, começando pela mais importante. Isso garante que você conseguirá respostas para todas as perguntas relevantes antes da consulta acabar. Para gordura no fígado, algumas perguntas básicas incluem:

Não hesite em fazer outras perguntas, caso elas ocorram no momento da consulta. (6)

Diagnóstico de Sífilis

Os sintomas da sífilis costumam ser muito similares a sintomas de outras doenças, então o médico deve realizar exames específicos para conseguir fazer o diagnóstico. Veja alguns exames que o especialista poderá solicitar:

Se você foi diagnosticado com sífilis, é importante notificar ao seu parceiro ou parceira para que ele ou ela possa também realizar os exames necessários para o diagnóstico. Se der positivo, quanto antes dar início ao tratamento melhor.

Exames

Os exames mais usados para o diagnóstico da sífilis são:

Exames para outras DSTs

Se você tem sífilis, peça para fazer exames relacionados a outras infecções sexualmente transmissíveis, incluindo clamídia, gonorreia, hepatite B e HIV. Se você é mulher e tem 21 anos ou mais, certifique-se de ter feito um Papanicolau recentemente. (2)

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Tratamento e Cuidados

Tratamento de Sífilis

Quando diagnosticada precocemente, a sífilis não costuma causar maiores danos à saúde e o paciente costuma ser curado rapidamente.

O tratamento mais indicado pelos médicos é feito à base de penicilina, um antibiótico comprovadamente eficaz contra a bactéria causadora da doença. Uma única injeção de penicilina já é o bastante para impedir a progressão da doença, principalmente se ela for aplicada no primeiro ano após a infecção. Se não, o paciente poderá precisar de mais de uma injeção

A penicilina, aliás, é o único tratamento recomendado por especialistas para mulheres grávidas diagnosticadas com sífilis. Mesmo que o tratamento nesses casos seja bem-sucedido, o bebê também deverá ser tratado com antibióticos depois de nascer.

Durante o primeiro dia de tratamento, o paciente poderá sentir aquilo que os médicos chamam de reação de Jarisch-Herxheimer, que inclui uma série de sintomas, como febre, calafrios, náuseas, dores nas articulações e dor de cabeça. A boa notícia é que esses sintomas não costumam demorar mais do que um dia.

Durante o tratamento, o paciente deverá fazer visitas regulares ao médico para garantir que está tudo bem.

É necessária a realização de exames de sangue de acompanhamento após três, seis, 12 e 24 meses para garantir que não há mais infecção. O médico poderá solicitar, também, que o paciente faça um exame específico para HIV, para garantir que o paciente não desenvolverá complicações mais graves por causa do vírus da Aids. A atividade sexual deve ser evitada até que o segundo exame mostre que a infecção foi curada. A sífilis é extremamente contagiosa por meio do contato sexual nos estágios primário e secundário.

Medicamentos para Sífilis

Os medicamentos mais usados para o tratamento de sífilis são:

Somente um médico pode dizer qual o medicamento mais indicado para o seu caso, bem como a dosagem correta e a duração do tratamento. Siga sempre à risca as orientações do seu médico e NUNCA se automedique. Não interrompa o uso do medicamento sem consultar um médico antes e, se tomá-lo mais de uma vez ou em quantidades muito maiores do que a prescrita, siga as instruções na bula.

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Convivendo (prognóstico)

Sífilis tem cura?

Quando diagnosticada precocemente (no estágio primário ou secundário) a sífilis pode ser tratada tranquilamente com penicilina e tem índices de cura muito altos.

O diagnóstico na fase terciária tem tratamento mais difícil, pois é preciso localizar onde a bactéria está alojada. Mas mesmo assim as perspectivas de cura são altas.

Em casos de sífilis congênita, o ideal é que a criança seja tratada desde bem cedo, para evitar complicações mais graves. (3)

Complicações possíveis

Sem tratamento, a sífilis pode evoluir, se espalhar pelo corpo e causar complicações mais graves para os pacientes infectados. Além disso, pode aumentar o risco de infecção por HIV e, em mulheres, pode causar complicações na gravidez.

É importante ressaltar que o tratamento pode impedir problemas futuros, mas não pode reverter danos causados anteriormente. Por isso, o tratamento precoce é essencial.

Veja as complicações que podem ser causadas por sífilis não tratada:

Convivendo/ Prognóstico

Durante o tratamento da sífilis é importante tomar cuidados como:

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Prevenção

Prevenção

O uso da camisinha e ter relações sexuais seguras são a melhor forma de prevenir a sífilis. A camisinha é medida preventiva não só para sífilis, mas também para todas as outras doenças sexualmente transmissíveis (DST’s).

Ter relações sexuais com pessoas distintas aumenta o risco de contrair a doença, mas o mais importante é sempre fazer uso do preservativo. Você pode contrair a doença tendo contato sexual com uma só pessoa, como também pode contraí-la após entrar em contato sexual com várias. Tudo vai depender mesmo do uso ou não de preservativo. (6)

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Referências

(1) Infectologista Celso Granato (CRM-SP 34.307), especializado em Microbiologia e Imunologia Médica na Universidade de Hamburgo, na Alemanha e em Medicina Internacional Retrovírus e Banco de Sangue na Universidade Cornell, nos EUA; assessor médico em Infectologia do Fleury Medicina e Saúde e professor livre-docente da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)

(2) Ministério da Saúde

(3) Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde

(4) Sociedade Brasileira de Infectologia

(5) Sociedade Brasileira de Análises Clínicas

(6) Mayo Clinic, clínica de referência nos Estados Unidos

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