Mãe alerta sobre alergia após ver filha de 5 anos na UTI

Alergia à proteína do leite de vaca pode ser confundida com intolerância à lactose, mas chega a levar a um choque anafilático

Os últimos dias foram de susto para a família de Sofia Timbó. A menina de 5 anos é alérgica à proteína do leite de vaca (APLV) e durante o período escolar ingeriu algum alimento com essa substância. Percebendo a crise, ela foi encaminhada ao hospital e lá recebeu adrenalina injetável e hidrocorticoide. Durante os três dias de internação (dois deles na UTI), ofereceram a ela biscoitos com soro de leite, que poderia desencadear outro processo alérgico.

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A mãe, Melissa Oliveira Timbó, fez um post em seu Facebook alertando para a gravidade da alergia que a menina tem. Mesmo no hospital, seu problema foi confundido com uma simples intolerância à lactose.

"Para a minha surpresa, no lanche dela, na UTI, mandaram biscoitos com o soro do leite, justamente a substância alergênica que a levou à grave situação em que precisou ser internada. Se eu não olhasse o rótulo, hábito que se tornou totalmente comum no meu dia-a-dia, poderia ter ocasionado outro terrível episódio para a saúde, já fragilizada, da minha filha", escreveu ela.

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Como reconhecer os sintomas de APLV?

Na APLV há sintomas que aparecem imediatamente após a ingestão do leite, ou seja, no máximo até 2 horas da ingestão do mesmo. Podem envolver a pele, o aparelho gastrointestinal e o sistema respiratório.

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APLV leva à morte?

Pode ocorrer também a anafilaxia, uma reação de hipersensibilidade grave, generalizada, que acomete vários órgãos podendo levar ao óbito. Pode acontecer envolvimento de 2 ou mais dos seguintes quadros:

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