Limpar a chupeta com saliva pode diminuir o risco de alergia em bebês

Crescimento físico e intelectual acontece a partir dos oito meses de vida do bebê

Os cuidados com a higiene da chupeta da criança chegam a ser uma verdadeira obsessão para muitos pais, principalmente nos primeiros meses de vida do bebê. Há quem busque até lenços para limpar as chupetas de seus filhos. Outros pais mais práticos se perguntam se é correto usar a própria saliva para limpá-la. A boa notícia é que sim. De acordo com , na Suécia, a saliva pode ser usada para fazer a limpeza do objeto e traz benefícios adicionais ao sistema imunológico do bebê.

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Os cientistas relataram que limpar a chupeta das crianças colocando-as na própria boca torna os bebês menos suscetíveis a alergias, como eczema e asma, se comparados a crianças cujos pais normalmente lavam ou fervem o objeto na água. O trabalho foi publicado na revista Pediatrics.

Os autores acompanharam cerca de 180 crianças desde o nascimento, durante 18 meses. Os bebês foram examinados regularmente por um alergista pediátrico, e seus pais foram instruídos a manter diários registrando detalhes sobre a introdução de alimentos, desmame e outros eventos significativos.

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Ao final do período, cerca de um quarto das crianças tiveram eczema, que é uma doença crônica da pele que apresenta erupções que coçam e apresentam crostas, e 5% tinham asma. Aqueles bebês cujos pais relataram limpar ocasionalmente a chupeta de seus filhos com a própria saliva apresentaram crianças significativamente menos propensas a desenvolver as condições - particularmente eczema - e exames de sangue mostraram que eles tinham níveis mais baixos de um tipo de célula imunológica associada a alergias. As análises de saliva das crianças também apresentaram padrões, sugerindo que a prática alterou os tipos de micróbios em suas bocas.

Os autores, no entanto, não conseguiram provar que as chupetas com saliva dos pais foram a causa direta da redução do risco de alergias. Eles afirmam que a prática pode ser um marcador para os pais que são mais relaxados no que diz respeito à proteção dos seus filhos contra germes de forma geral.

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Tipo de parto

De acordo com os cientistas, o tipo de parto também influenciou nesses dados: bebês que nasceram por meio de cesariana e tinham as chupetas lavadas ou cozidas tiveram a maior prevalência de eczema, quase 55%. O grupo com a menor prevalência de eczema, cerca de 20%, nasceu de parto normal e tinham pais que limparam a chupeta na boca.

Os resultados reforçam a evidência crescente de que algum grau de exposição a germes em uma idade precoce beneficia crianças. A privação microbiana pode impedir o sistema imune de desenvolver uma tolerância a ameaças triviais.

Fortaleça a imunidade do seu filho

Apesar do hábito de limpar a chupeta com a saliva não ser encorajado pelas autoridades de saúde, que condenam a prática por favorecer a cárie dentária e aumentar o risco de doenças virais, como a gripe, a saliva contém enzimas, proteínas, eletrólitos e outras substâncias benéficas, que podem ser transferidas dos pais para o filho.

Por isso, conversamos com especialistas que nos deram dicas para fortalecer a imunidade do seu filho sem precisar dessa prática. Confira:

Estimule a prática de exercícios

Se não for exagerada, a atividade física só trará benefícios para a criança. "A prática de exercícios estimula o desenvolvimento físico e da musculatura, da coordenação motora, previne a obesidade e incentiva o convívio social", diz o pediatra Marcelo. Segundo o especialista, o incentivo a movimentos como sentar e levantar podem ser feitos a partir dos seis meses de idade, e o estímulo a prática de atividades esportivas estão liberados a partir do primeiro ano de vida. "Existem também aulas de natação e ioga para bebês para serem feitas junto com os pais, e exercícios fortalecem o vínculo afetivo entre pais e filhos", diz Marcelo.

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Deixe a criança brincar ao ar livre

Muitas mães e muitos pais acreditam que se a criança brincar ao ar livre, estará altamente exposta a vírus e bactérias, correndo mais risco de pegar doenças. Segundo o pediatra Jorge, o cuidado pode ter efeito contrário. "Crianças que brincam apenas em lugares fechados são mais propícias a ficarem doentes, pois esses ambientes concentram um número maior de vírus, bactérias e ácaros", diz. 'Ao brincar ao ar livre, a criança entra em contato com outras pessoas e cria mais anticorpos, aumentando sua imunidade, além de o contato com a natureza e com outras crianças proporcionar mais diversão e uma qualidade de vida melhor."

Outro benefício de brincar ao ar livre é o fato de criança tomar mais sol, que é um bactericida natural. "A exposição ao sol de maneira saudável, sempre com proteção e nos horários adequados, deixará os ossos da criança mais fortalecidos, assim como sua imunidade", afirma Marcelo Reibscheid.

Ensine a criança a manter hábitos de higiene

É importante que desde cedo a criança tenha consciência da importância da higiene diária, desde lavar as mãos antes de comer ou após sair do banheiro até tomar banho e escovar os dentes após as refeições. 'Manter os hábitos de higiene retira impurezas e diminui a quantidade de bactérias, vírus, vermes e outros micro-organismos que ficam alojados nas mãos e no corpo", diz a pediatra Ana Gabriela. "Com isso, prevenimos a transmissão de doenças infecciosas como verminoses, gripes, resfriados e diarreias e evitamos problemas com cáries e gengivites."

Estabeleça uma rotina

"As crianças não gostam de nada que seja desconhecido ou mal planejado, e acabam ficando estressadas", alerta o pediatra Marcelo. Por isso, é interessante criar uma rotina com horário pré-estabelecidos para o banho, refeições, descanso e demais atividades do dia. "Dessa forma, após cada atividade a criança saberá o que virá na sequência e terá conhecimento do seu dia a dia, fator que melhora o desenvolvimento cognitivo e previne a ansiedade."

Amamente o seu filho pelo menos até os seis meses de idade

Segundo a pediatra Ana Gabriela, o leite materno possui um importante papel na imunidade dos bebês, pois contém células de defesa e fatores anti-infecciosos que têm a função de proteger o organismo dos pequenos. "O leite ainda tem ação bactericida, protegendo os recém-nascidos de doenças infecciosas, alergias, obesidade e diabetes, além de conter nutrientes que trazem efeito positivo no aprendizado e no desenvolvimento da cavidade bucal", completa a especialista.

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A Organização Mundial de Saúde (OMS), o Ministério da Saúde e a Sociedade Brasileira de Pediatria recomendam amamentação como único alimento para o bebê por aproximadamente seis meses. Após esse período, a amamentação deve ser e complementada com outros alimentos até os dois anos ou mais.

Monte um prato colorido

A partir dos seis meses de vida, é necessário começar a introduzir os outros grupos alimentares na dieta da criança. "Os alimentos sólidos contém componentes como fibras, vitaminas, oligoelementos e proteínas, mas no inicio da alimentação complementar eles precisam ser amassados e oferecidos em forma de papinha, pois os lactentes podem se engasgar", diz a pediatra Ana Gabriela.

A dieta de qualquer criança deve ser extremamente equilibrada, incluindo leite, verduras, legumes, frutas, cereais e carnes brancas e vermelhas. O resultado é um prato rico em nutrientes essenciais para proteger o organismo. ?Uma alimentação balanceada é o primeiro passo para um sistema imunológico forte e a prevenção do excesso de peso, que pode gerar outros problemas no futuro", diz o pediatra e neonatologista Marcelo Reibscheid, do Hospital São Luiz, em São Paulo.

Quando a criança já está maior e consegue mastigar, é importante continuar incentivando a dieta equilibrada. Marcelo afirma que é comum, logo nos primeiros anos de vida, os pais passarem a oferecer refrigerantes, doces e alimentos industrializados para as crianças, como salgadinhos e bolachas. "Experimente trocar esses lanches por frutas, para a criança acostumar com o consumo desses alimentos mais saudáveis desde cedo, e restrinja as guloseimas", afirma.

Respeite a soneca da tarde

Além das oito horas de sono diárias, é importante que crianças de até cinco anos de idade tenham a chamada soneca da tarde ou soneca do dia. De acordo com o pediatra e neonatologista Jorge Huberman, do Instituto Saúde Plena e do Hospital Albert Einstein, o sono da tarde melhora a produtividade da criança, diminui a irritação, ajuda no desenvolvimento cognitivo e melhora a coordenação motora.

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"A ansiedade gerada por dormir pouco pode inclusive fazer com que a criança coma mais do que o necessário, predispondo a obesidade", aponta. Segundo os especialistas, o sono no período da tarde é obrigatório até um ano e meio, e após essa idade fica a critério da criança escolher se quer tirar um cochilo ou não. "Algumas crianças já ficam descansadas com as oito horas de sono da noite, não sendo necessária a soneca", diz Ana Gabriela. "Por isso é importante conversar com a criança, para entender a necessidade desse descanso ou não", completa.

Mantenha a cartela de vacinação em dia

Vacinar o bebê ou a criança ajuda na prevenção das doenças para as quais existem vacinas. "A vacina é uma imunização passiva, ou seja, o organismo cria anticorpos contra a bactéria ou vírus que causam a doença sem ficar doente", diz a pediatra Ana Gabriela Pavanelli Roperto, do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, em São Paulo.

Além disso, a vacinação aumenta a produção de células defensoras protegendo o nosso corpo inclusive contra outras doenças. Um total de 12 vacinas deve ser tomado até os seis anos, conforme recomendação da Sociedade Brasileira de Pediatria e da Associação Brasileira de Imunizações. São elas: BCG, Hepatite B, Tríplice bacteriana (difteria, coqueluche e tétano), Poliomielite, Haemophilus influenzae tipo B (meningite, epiglotite, septicemia, pneumonia), Pneumocócica conjugada (meningite, pneumonia, sepse, bacteremia e otite média aguda), Rotavírus, Meningocócica C conjugada (meningite), Influenza, Tríplice Viral (sarampo, caxumba e rubéola), Varicela e Hepatite A. "Fora essas, a vacina contra a Febre Amarela é fundamental em áreas de alto contágio e também deve ser feita também nessa fase da vida", completa a especialista.

Deixe a criança longe do fumo passivo

O fumante passivo inala as mesmas substâncias tóxicas que o fumante ativo. São tóxicos que, entre outros problemas, podem causar alergias respiratórias (como asma, rinite e sinusite), dificultar a aprendizagem da criança e até prejudicar sua audição. "Bebês que são constantemente expostos ao fumo passivo ainda podem ser vítimas da Síndrome da Morte Súbita Infantil, causada pelas substâncias tóxicas do cigarro", alerta a pediatra Ana Gabriela. E não adianta fumar longe da criança: as substâncias ficam impregnadas na sua roupa, nas paredes e nos móveis da casa, onde a criança pode passar a mão e levar os dedos contaminados à boca, sofrendo os mesmos efeitos.

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